OS TRAÇOS DE UMA CIVILIZAÇÃO - PARTE 4

- 30, 40 ou 50, talvez!
Então aplique essa previsão ao inverso e retroceda até o ano de 1969, para sermos exatos até a Missão Apollo 11 .
Existe quem diga que a Lua é um corpo celeste sem graça, "maravilhosa desolação...", será?
O Dr. Steven Greer afirma, com base em fontes seguras, que não!!!
Particularmente, também acreditamos e estamos convictos de que a vida fora da Terra já foi encontrada, e está sediada na lua.
Não há nenhum exagero da nossa parte, após quase 50 anos, mesmo sem o pronunciamento oficial da ONU ou de qualquer outro governo, as provas apontam para o fato de que a Lua possui intensa atividade extraterrestre em sua órbita, em sua superfície e em suas crateras.
Hoje apresentamos mais evidências, estas extraídas dos arquivos da Missão Apollo 11.
Todas as imagens estão disponíveis no link: http://www.apolloarchive.com/apollo_gallery.html
Basta localizar pelo número.
Analisando as imagens da órbita da lua, captadas pelas câmeras da Apollo 11, encontramos uma imagem da mesma região da lua, observada na imagem obtida pela Missão Apollo 10 (AS10-27-3942HR), mostrada na parte 3 desta série de postagens.
Decidimos então rever as estruturas destacadas naquela imagem.
MISSÃO: APOLLO 11
FOTO: AS11-44-6662H
Acompanhe agora as imagens das áreas em destaque, com zoom e correção de brilho e contraste.
Observações à serem consideradas nas imagens acima:
- Áreas da superfície lunar que foram nitidamente escavadas para ceder lugar à complexos estruturais;
- A maioria das regiões com estruturas, possui em seu entorno esferas e espécies de cúpulas de variados diâmetros;
- Existe um padrão na disposição das estruturas;
- Existem áreas com complexos estruturais que ocupam quilômetros de extensão;
Tudo bem, a Lua por si só é um mistério, sabemos mais sobre as estrelas, os exoplanetas e os raios gama do que sabemos sobre a Lua.
Porém, a medida que vemos e revemos as imagens, uma estranha conexão vai surgindo, vamos ficando mais atentos à pequenos padrões, uma peça se junta a outra e o panorama de uma grande cidade extraterrestre vai se tornando cada vez mais nítida.
Mas se a partir da orbita da Lua em fotos das três missões, analisadas até agora, vemos com clareza estas estruturas complexas, porquê, elas não são visíveis nas imagens obtidas em altitude mais baixa, rente à superfície lunar?
A resposta é simples é conhecida no meio ufológico, a grande maioria das fotos ou foram editadas de alguma forma, ou foram tiradas com o uso de filtros específicos, que permitem o destaque de determinadas formações.
Apresentamos agora algumas das fotos em que um destes recursos foi utilizado, seguidas das "áreas de interesse", devidamente processadas com alteração de contraste, brilho e nitidez.
Veja o resultado:
FOTO: AS11-36-5426HR
AS IMAGENS SUBSEQUENTES ESTÃO EM ORDEM CONFORME MARCAÇÕES NA IMAGEM PRINCIPAL.
FOTO: AS11-44-6615HR
FOTO: AS11-44-6617HR
Em todas as imagens acima, ao aplicarmos a correção de brilho e contraste, conseguimos destacar as esferas e outras estruturas, além de algumas crateras que não se parecem em nada com crateras provenientes de um impacto de meteorito, mas parecem sim crateras de extração mineral.
EXEMPLO: Crateras de extração de minérios.
Mas existe uma imagem que pode nos dar um panorama mais completo da organização e distribuição destas estruturas, além de servir como um ótimo exercício ao nosso poder de reflexão, interpretação e assimilação das estruturas extraterrestres, que como era de se imaginar diferem um pouco da concepção que nós temos de organização de uma cidade e padrões de edificações.
FOTO: AS-11-44-6606HR
OBSERVAÇÃO: A FOTO DEVE SER GIRADA PARA QUE SE OBTENHA O ÂNGULO DE POSICIONAMENTO DAS ESTRUTURAS.
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