LUA - INDÍCIOS DE CONSTRUÇÕES E COMPLEXOS ESTRUTURAIS - PARTE 195
Desde o alvorecer da Era espacial a humanidade sonha com sua expansão pelo sistema solar e além.
Dentre tantas teorias e objetivos que integram este sonho, o mais concreto que alcançamos foi a chegar até a Lua.
Imaginamos estabelecer ali bases, colônias humanas, sistemas de apoio para missões tripuladas até outros corpos do nosso sistema solar e espaço profundo.
Conhecemos melhor o "nosso" satélite natural, reconhecemos seu potencial energético e mineral, no entanto, tantos projetos magníficos foram adiados ou até mesmo, esquecidos.
Fatores econômicos, políticos e até mesmo tecnológicos podem ser apontados como causas do atraso na concretização de tantos projetos envolvendo a Lua.
Em uma análise leiga, o atual anseio por colonizar Marte, se demonstra extremamente mais perigoso e caro para nossa espécie do que se estabelecer a longo prazo na Lua.
Fugindo da perspectiva cética dos motivos que limitaram nossa plena conquista da superfície lunar, somos impelidos a cogitar outro extraordinário fator..., A PRESENÇA NA LUA DE UMA ESPÉCIE EXTRATERRESTRE INTELIGENTE.
Não se assuste ou se deixe permear pelo preconceito.
Se você já acompanha este blog sabe exatamente do que estamos falando e do seu alcance, mas se você está visitando pela primeira vez, em algum momento já ouviu falar de algumas das teorias pseudocientíficas ou conspiratórias que envolvem o nosso satélite natural e, em particular, da presença de uma possível espécie extraterrestre inteligente em sua superfície ou subsolo.
Intrigante no mínimo, não é mesmo?!
Mas, estamos aqui desde 2011 buscando e indicando as evidências de que no mínimo, a Lua está repleta de estruturas artificiais e outros indicativos de uma interferência extraterrestre inteligente que talvez possa ter passado por nosso sistema solar em um passado muito distante.
Se isso é possível, poderia aquela espécie ter realizado processos de mineração na superfície lunar?
Alguns teóricos defendem que sim, dado o imenso potencial energético lunar (minerais exóticos e He³).
Com base nos estudos sobre a Lua sabemos que os processos que formaram as crateras lunares, em sua variedade de diâmetros e distribuição, estão relacionados diretamente com o impacto de meteoros e em particular, as mais antigas crateras com o evento conhecido como "Bombardeamento Tardio". Curiosamente, em que pese as discrepâncias com o diâmetro entre as crateras lunares, a maioria possui semelhança em sua profundidade.
Poderíamos reunir informações das mais variadas, com cunho científico e pseudocientífico, para formar uma linha de análise no tange os aspectos incomuns da superfície lunar, mas..., gostamos é de mostrar o que descobrimos.
ALGUMAS CRATERAS LUNARES FORAM TRANSFORMADAS EM CAMPOS DE MINERAÇÃO???
Mineração na Lua? - sim, a Lua é rica em recursos energéticos e minerais, particularmente nas regiões de impacto das crateras lunares, onde a força do impacto, em tese, expôs recursos existentes no subsolo lunar.
Apenas relembrando, as fotos que serviram de fonte desta e de outras análises, já apresentadas no blog, são as melhores em termos de qualidade de resolução já publicadas pela missão LROC - WAC.
Assim, a coloração que você vê nas fotografias revela a riqueza mineral da superfície lunar, e.g. (azul = titânio).
O que vamos apresentar abaixo são imagens obtidas de fontes fotográficas oficiais (LROC - WAC), com a melhor qualidade de resolução já vista.
As crateras possuem características incomuns e no seu entorno podem ser encontrados padrões estruturais que já mapeamos e apresentamos em postagens anteriores (tecnoassinatura extraterrestre).
Abaixo seguem alguns exemplos destas crateras mapeadas nas fotografias destacadas.
CRATERA MOLTKE
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
LINK PRINCIPAL:
https://wms.lroc.asu.edu/lroc/view_rdr/WAC_EMP
FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=54507.99&y1=-37886.68&res1=213.21&rot1=0.00
REGIÃO DA CRATERA:
CRATERA AVERY
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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https://wms.lroc.asu.edu/lroc/view_rdr/WAC_EMP
FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=54507.99&y1=-37886.68&res1=213.21&rot1=0.00
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (A)
CRATERA ROSSE
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
LINK PRINCIPAL:
https://wms.lroc.asu.edu/lroc/view_rdr/WAC_EMP
FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=54507.99&y1=-37886.68&res1=213.21&rot1=0.00
REGIÃO DA CRATERA:
LINK PRINCIPAL:
https://wms.lroc.asu.edu/lroc/view_rdr/WAC_EMP
FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=54507.99&y1=-37886.68&res1=213.21&rot1=0.00
REGIÃO DA CRATERA:
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
LINK PRINCIPAL:
https://wms.lroc.asu.edu/lroc/view_rdr/WAC_EMP
FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=54507.99&y1=-37886.68&res1=213.21&rot1=0.00
REGIÃO DA CRATERA (1):
LINK PRINCIPAL:
https://wms.lroc.asu.edu/lroc/view_rdr/WAC_EMP
FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=54507.99&y1=-37886.68&res1=213.21&rot1=0.00
REGIÃO DA CRATERA (1):
REGIÃO DA CRATERA (2):
REGIÃO DA CRATERA (3):
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=34564.80&y1=-4734.94&res1=0.83&rot1=357.00REGIÃO DA CRATERA (4):
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=35273.17&y1=-3432.58&res1=3.33&rot1=357.00REGIÃO DA CRATERA (5):
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=30748.43&y1=-4017.87&res1=1.56&rot1=357.00REGIÃO DA CRATERA (6):
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=31584.92&y1=-3245.37&res1=2.21&rot1=357.00FOTO (A)
REGIÃO DA CRATERA MONGE
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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https://wms.lroc.asu.edu/lroc/view_rdr/WAC_EMP
FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=54507.99&y1=-37886.68&res1=213.21&rot1=0.00
REGIÃO DA CRATERA:
LINK PRINCIPAL:
https://wms.lroc.asu.edu/lroc/view_rdr/WAC_EMP
FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=54507.99&y1=-37886.68&res1=213.21&rot1=0.00
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (A)
CRATERA COOK
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=54507.99&y1=-37886.68&res1=213.21&rot1=0.00
REGIÃO DA CRATERA:
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https://wms.lroc.asu.edu/lroc/view_rdr/WAC_EMP
FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=54507.99&y1=-37886.68&res1=213.21&rot1=0.00
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (A)
PONTO DE REFERÊNCIA CRATERA BIOT
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=54507.99&y1=-37886.68&res1=213.21&rot1=0.00
REGIÃO DA CRATERA:
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https://wms.lroc.asu.edu/lroc/view_rdr/WAC_EMP
FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
https://viewer.gigamacro.com/view/oCixn7Xxn57XvyKV?x1=54507.99&y1=-37886.68&res1=213.21&rot1=0.00
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (A)
CRATERA BIOT
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (A)
CRATERA LANGRENUS
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (B)
FOTO (B)
PONTO DE REFERÊNCIA CRATERA MALYY
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (B) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (499 MEGAPIXELS).
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (B)
PONTO DE REFERÊNCIA CRATERA TSINGER (ZINGER)
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (B) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (499 MEGAPIXELS).
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (B)
PONTO DE REFERÊNCIA CRATERA NIJLAND
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (B) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (499 MEGAPIXELS).
FOTO (B)
PONTO DE REFERÊNCIA CRATERA HARTMANN
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (B) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (499 MEGAPIXELS).
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (B)
CRATERA OLCOTT
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (B) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (499 MEGAPIXELS).
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (C)
PONTO DE REFERÊNCIA CRATERA FLAMSTEED
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (C) VIA GIGAPAN
REGIÃO DA CRATERA FLAMSTEED:
FOTO (C)
REFERÊNCIA CRATERA LETRONNE
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (C) VIA GIGAPAN
REGIÃO DA CRATERA (1):
REGIÃO DA CRATERA (2):
REGIÃO DA CRATERA (3):
FOTO (C)
REFERÊNCIA CRATERA KUNDT
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (C) VIA GIGAPAN
Bom, se você chegou até aqui, deve estar se perguntando o que exatamente significa tudo isso..., essas crateras incomuns cercadas de estruturas e com nítido processo de escavação nas regiões onde estão localizadas?
Isso, caros leitores, significa que a comunidade científica tem que mudar completamente sua perspectiva sobre o "nosso" satélite natural e que nós, PRECISAMOS DESCOBRIR A VERDADEIRA HISTÓRIA DA LUA.
FOTO (C)
REFERÊNCIA CRATERA LASSEL
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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